Dra. Maria Regina Moreno Sierra

Cirurgiã-Dentista Especialista em Implantologia Oral - CRO 32.132


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Enxerto Ósseo; Elevação do Seio Maxilar

Na atualidade podemos considerar a cirurgia de elevação de seio maxilar como um procedimento rotineiro entre as técnicas avançadas de cirurgia.

O critério para avaliar o êxito da cirurgia pressupõe que o seio maxilar esteja sadio (infecções, como sinusite, devem ser tratadas antes da cirurgia), a cirurgia seja atraumática e haja respeito ao período de cicatrização (aproximadamente 6 meses) independente do tipo de enxerto utilizado. O segundo tempo cirúrgico será para a colocação dos implantes e subsequente reconstrução protética com carga progressiva nos implantes.

A elevação do seio maxilar é uma técnica que veio solucionar o problema da pneumatizacao do seio (aumento de seu tamanho), que se apresenta com uma incidência significativa em pacientes desdentados por muito tempo na região posterior da maxila, condicionando desta forma o volume ósseo disponível para a possível colocação dos implantes.

As técnicas modernas descritas para este procedimento são consagradas, restando selecionar o melhor material para cada enxerto.

Existem várias opções seguras e com sucesso de até 98%:

  • osso liofilizado - osso em pó, com segura procedência, que, misturado ao sangue do paciente, é colocado na cavidade já preparada do seio maxilar.

  • osso autógeno - osso do próprio paciente, removido e triturado, também misturado com o sangue, colocado no seio.

  • PRP - plasma rico em plaquetas - coleta-se o sangue do paciente que, submetido a centrifugação, separa as plaquetas, que são colocadas no seio maxilar, associadas ao osso liofilizado ou osso autógeno.

Escolhido o mais indicado para o paciente, o enxerto é colocado no seio maxilar para ganhar altura e espessura para posterior colocação dos implantes.

É um método bastante seguro, desde que seja seguido o protocolo para seleção do paciente, realizados exames complementares (radiografia panorâmica, e, se necessário, uma tomografia computadorizada, e exames laboratoriais de rotina para este tipo de intervenção) e a técnica seja adequada e seguida corretamente.

O paciente será medicado de acordo com suas necessidades com antibiótico e antiinflamatório para que seu restabelecimento seja seguro e sem dores.

O dentista observará uma nova radiografia panorâmica para confirmar o sucesso do enxerto e, sempre que necessária uma maior precisão, lançará mão de uma tomografia computadorizada

Este procedimento cirúrgico é simples, realizado em um único campo operatório, com um pós-operatório curto e com menor risco de complicações para o paciente.

Corretamente realizado, um enxerto ósseo produz um osso vascularizado tão bom quanto o natural e, por conseguinte, apropriado como alicerce para implantes.

  Dra. Maria Regina Moreno Sierra - Dentista Especialista em Implantes

Cirurgiã Dentista
Especialista
em Implantologia Oral desde 1997


Professora do Curso de Especialização em Implantologia Oral da Escola de Aperfeiçoamento Profissional
Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, APCD, SBC, São Paulo


Professora Assistente do Curso de Implantologia da Fundação para o Desenvolvimento Científico Tecnológico para a Odontologia, FUNDECTO, USP-SP, de 1995 a 2002


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