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Odontologia
A boca é a morada do sorriso!
Pela boca o recém-nascido recebe sua primeira satisfação física. Seus
lábios, ao entrarem em contato com o seio materno, recebem mais do que
alimento, mas principalmente segurança e amor. Esse íntimo e radiante
primeiro contato produz uma profunda impressão psíquica na criança. É
com a boca que a criança explora o mundo ao seu redor. Desde o começo da
vida, a boca, no ser humano, funciona como a mais importante via de
comunicação entre o indivíduo e o mundo em que vive. Os dentes da
primeira dentição (de leite) constituem os primeiros instrumentos de
trituração e mastigação do alimento.
A boca e os dentes são os instrumentos pelos quais são expressados os
primeiros sentimentos de felicidade, alegria, raiva... e também de
prazer e amor, principalmente através do beijo.
O significado emocional da boca é o que torna dramático o pedido de
ajuda que o paciente faz quando recorre ao dentista. Intervir neste
pequeno espaço resulta delicado na medida em que ansiedades instintivas
são despertadas.
Tanto quanto habilidade técnica do profissional, a sua consideração, seu
respeito e seu zelo com a boca vão lastrear a confiança necessária para
que o paciente complete o tratamento e seja atendido.
Entregar a boca ao dentista é entregar-lhe a via régia da comunicação. Por
isso o trabalho do dentista é muito mais do que a função mecânica
protética e a técnica manual. É uma atividade essencialmente clínica.
Isto significa que exige uma motivação e vocação para o cuidado e a
dedicação à pessoa em si.
Antes mesmo de entrar em contato com as estruturas lesadas ou as falhas
bucais, o dentista atende uma pessoa que está vivendo uma situação de
importância para sua vida, e para a qual necessita de esclarecimento e
ajuda.
A boca é morada do sorriso! Quão incômodo se torna não ter mais dentes
para sorrir! É o sorriso que o paciente deseja que o dentista lhe
devolva!
A ida ao dentista pode despertar, para muitas pessoas, temores,
fantasias e expectativas. A mão do dentista e seus instrumentos na boca
do paciente desencadeiam sentimentos de alívio ou violência. Há
pacientes que receiam uma simples anestesia.
Estamos considerando, afinal, a dimensão emocional, que é a
primeira a ser considerada pelo dentista em sua relação com paciente. O
tratamento dentário visa realizar um benefício à pessoa como um todo. O
dentista sempre deve ter em mente que mais que a técnica, é a palavra
que cura e conforta. Compreender, muitas vezes, é a forma mais
importante de curar. O remédio é apenas o meio físico da cura.
Maria Regina |
Especialista em Implantologia Or
Especialista em
Implantologia Oral desde 1997
Professora do
Curso de
Especialização em Implantologia Oral da Escola de Aperfeiçoamento Profissional
Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, APCD, SBC, São Paulo
Professora Assistente do Curso de Implantologia da Fundação para o
Desenvolvimento Científico Tecnológico
para a Odontologia, FUNDECTO, USP-SP, de 1995 a 2002
Agendamentos de
Consultas
Tel (11)
2294.2776
Consultório
R. Visconde de Itaboraí, 422,
Tatuapé, São Paulo
A três quadras do
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Silvio Romero
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